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Lovable

Lovable — o SEA como fonte de contexto Sankhya enquanto o app é gerado.

Como conectar

O endpoint é sempre o mesmo. O que muda de sistema para sistema é só onde a configuração entra.

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    Gere sua SEA API Key

    Entre em searchitect.pro com sua conta, vá em Minha Conta → SEA API Keys e gere uma chave. Ela aparece uma única vez: copie e guarde em local seguro.

    Formato da chave
    sea_live_xxxxxxxxxxxxxxxxx
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    Abra as integrações do projeto

    No projeto Lovable, vá em Settings → Integrations e procure a opção de adicionar um servidor MCP personalizado.

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    Cadastre o endpoint e o cabeçalho

    Informe a URL do servidor e o header de autorização. É o mesmo par usado em qualquer outro cliente:

    URL e cabeçalho
    https://mcp.searchitect.pro/mcp
    Authorization: Bearer sea_live_xxxxxxxxxxxxxxxxx
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    Confirme no chat do projeto

    Peça algo que dependa de conhecimento Sankhya. O agente deve consultar o SEA antes de gerar o código, em vez de inventar nomes de tabela e regras.

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    Se preferir consumir pelo código gerado

    Como o Lovable gera uma aplicação real, dá para chamar o SEA de dentro dela. Faça isso sempre no lado servidor — uma edge function do Supabase, por exemplo — lendo a chave de um secret.

    const r = await fetch("https://mcp.searchitect.pro/mcp", {
      method: "POST",
      headers: {
        "Authorization": `Bearer ${Deno.env.get("SEA_API_KEY")}`,
        "Content-Type": "application/json",
        "Accept": "application/json, text/event-stream",
      },
      body: JSON.stringify({ jsonrpc: "2.0", id: 1, method: "tools/list" }),
    })

Nunca deixe a SEA API Key no código de front-end que o Lovable publica — qualquer visitante consegue lê-la. Use os secrets do projeto e mantenha a chamada no servidor.

Precisa da chave? Ela é exibida uma única vez ao ser gerada, e pode ser rotacionada ou revogada a qualquer momento.

Gerar minha API Key

Caso de uso

Prototipar uma aplicação que fala com o ERP de verdade

A situação

O protótipo precisa demonstrar o fluxo real para a área de negócio, não uma tela com dados inventados.

O que você pede no Lovable
Monte um painel de acompanhamento de pedidos que consome os dados do Sankhya. Use os serviços e campos corretos do ERP.
O que volta

O Lovable gera a aplicação já com o contrato de integração certo. O protótipo vira ponto de partida do desenvolvimento, em vez de um descarte com dados falsos.

Teste se está funcionando

Primeiro um teste explícito, para confirmar que a ferramenta responde:

Use o SEA - Systems Enterprise Architect para analisar CRUDServiceProvider.loadRecords no Sankhya. Consulte o SEA antes de responder.

Depois o teste real, sem mencionar o SEA nem o Expert esperado. A ideia é verificar se o agente decide consultar o SEA automaticamente: ele deve chamar o servidor por conta própria, receber o roteamento do Core e responder com a evidência do Specialist.

Preciso consultar registros no Sankhya usando CRUDServiceProvider.loadRecords, retornando apenas alguns campos e aplicando critérios. Como devo estruturar essa chamada?

Deu 401 Unauthorized?

Confira, nesta ordem:

  • A chave foi copiada inteira, sem espaços nas pontas.
  • A chave não foi revogada nem rotacionada depois de configurada.
  • Sua conta Searchitect está ativa.
  • O acesso MCP está habilitado para a conta (mcp_enabled).
  • A chave não expirou.
  • O cliente realmente está enviando o header Authorization: Bearer.
  • No Claude web: o aplicativo não foi desconectado em Minha Conta → SEA API Keys. Se foi, refaça a conexão pelo próprio Claude.

Chaves revogadas e contas bloqueadas param de funcionar imediatamente. Se a chave se perdeu, rotacione-a em SEA API Keys — a antiga é invalidada na hora.

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Não é esse o sistema que você usa?

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Criado por

Paulo Chagas de Castro F.

Paulo Chagas de Castro F.

Arquiteto de Soluções e Plataformas | Integrações ERP, IA Aplicada e Arquitetura Escalável

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